Dream Cast Fans 2015

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Mistérios de uma 3 - Vida de Ashley Cap 28

Mais um o////

 



Aproveitei que Kendall já havia se retirado e corri – talvez um pouco afoita demais – para o porão na esperança que Jason estivesse lá.

Abri a porta e entrei.

- Jason? Está aí? – Perguntei... Por favor esteja.

Fiquei esperando uns dez minutos quando ouvi ruídos atrás de caixas próximas a mim.

- Jason? É você?

Nada... Era só um objeto que tinha caído, provavelmente estava apoiado em falso. Esperei mais cinco minutos e nada dele.

Decidi sair do porão e pela primeira vez na vida fazer o que Kendall disse. Chamei Paul e pedi que me levasse até minha mãe.

 
 
 
[...]

 
 
 
Ela estava lá, jogada em uma cela fria, escura e suja. Mamãe estava sentada no chão de cabeça baixa e o rosto regado a lágrimas com os cabelos loiros em desalinho completo. – Mamãe era muito vaidosa com sua aparência para estar daquela forma. O que de tão grave ela fez? – Assim que me reconheceu ela se levantou correndo para as frestas das grades que a aprisionavam.

- Ashley querida! – Suplicou me chamando.

Corri ao seu encontro sem hesitar, mesmo com barras estreitas de ferro nos separando fisicamente.

- Mamãe! O que aconteceu? Por quê está aí? – Eu precisava de respostas para ajuda-la.

- Fui condenada por crime à coroa Inglesa. – Não pode ser, a maioria dos crimes contra a coroa implicavam na pena capital.

- Calma mamãe, vou tirar você daqui eu prometo. Mas preciso saber o que a senhora fez... – Disse eu em completo desespero. De repente mamãe olhou fixamente em meus olhos e afagou minhas bochechas...

- Minha filha, eu sei o que aquele Príncipe tentou fazer com você, sei das ameaças e do filho dele com a recepcionista de Paris....Te mandei várias cartas para lhe avisar mas você não me retornou nenhuma delas. – Disse mamãe.

- Desculpe eu não recebi nenhuma delas. Kendall escondeu todas de mim, eu devia ter notado que ele estava por trás disso mamãe. – Disse quase chorando pedindo colo naquele momento tão difícil.

 - Querida, seja forte. Você é linda, meu tesouro e minha única filha... Não gostaria que você fosse infeliz em seu casamento como eu fui. Quero que você seja feliz com alguém que lhe ame de verdade. – Ela inspirou forte, deixando algumas lágrimas rolarem involuntariamente antes de prosseguir. – Por isso eu entrei em juízo e pedi a anulação do contrato que lhe prende a esse ordinário, mas ele descobriu tudo antes que eu pudesse lhe comunicar e me trouxe aqui.

- Mas.... Deve haver algum jeito de... Já sei mamãe, posso falar com Rei Harryson, a Princesa... Eles podem ajudar, não são como Kendall. – Tentei reconforta-la e a mim também de certa forma.

Minha mãe não disse nada. Absolutamente nada. Não expressou alegria quando disse que podia tentar apelar e também não demonstrou descrença em minhas tentativas de tira-la da prisão. Simplesmente beijou a parte descoberta de minha testa e soltou um “eu te amo” fraco mas convicto em seguida, se afastou das grades e se sentou na mesma posição que estava quando a encontrei.

Não proferi nada e simplesmente me retirei indo atrás do Rei Harryson quando avisto Paul vindo rapidamente em minha direção.

- Senhorita Ashley, o Rei pediu para encontra-lo no salão principal, por favor. Ele disse que era urgente. – Disse Paul.

Acenei afirmativamente com a cabeça e segui Paul até o salão principal, ao chegar vi Helena, Kendall e o Rei Harryson III com aparência muito triste.

- Obrigado, Paul. – Disse o Rei pedindo sutilmente para que Paul se retirasse. – Convoquei vocês para esta reunião de família porque tivemos um caso de crime contra a coroa e sei que a acusada é mãe de Ashley Broullette. – Disse o Rei com cautela. – Então gostaria de propor uma pequena redução na gradatividade da pena.

- O que sugere papai? – Perguntou Helena.

- Bem, sei que é difícil para Ashley entender mas podemos aplicar o açoitamento... É utilizado para crimes leves aqui. Claro se ela estiver de acordo.

Quando abri minha boca para expressar minha opinião, Kendall me interrompeu prontamente.

- NÃO PAI! Isso é totalmente injusto... A mulher pediu a anulação de nosso contrato irrefutável por que está se sentindo sozinha sem a filha. Ela merece ser morta, como seu súditos reagiriam se você não impusesse sua autoridade como Rei? – Que canalha!

- Majestade! Por favor, é minha mãe... No momento é a única família que tenho... Rogo por misericórdia, ela só me ama e me quer por perto... – Eu tinha que dizer alguma coisa.

- Pai, já matamos muitas mães por causa de guerras civis, o que é mais uma? – Indagou Kendall. Nessa hora o encarei com um olhar gangster, eu estava prestes a avançar no pescoço daquele crápula nojento... Creio que até Helena se assustou com meu olhar fuzilador.

- Já chega Kendall! Eu sou o Rei, cale-se. – Cortou o Rei. Ainda bem não aguentava mais ouvir a voz daquele imbecil.

- Desculpe, é que o povo deve lhe respeitar como Rei pai, o que mamãe iria pensar se estivesse viva? – Retrucou Kendall.

- Sua mãe era doce e tinha um coração puro... Coisa que infelizmente você não parece ter herdado dela. – Disse o Rei.

- Sim, tão pura e doce que, mesmo assim você ainda teve coragem de traí-la.... Acha que não sei? – Replicou o Príncipe imbecil. Até o pai ele tinha como chantagear...

- Kendall! Isso era segredo de família seu imbecil! – Reclamou Helena, intervindo na briga dos dois. Que legal, a vida da minha mãe estava envolvida num drama real familiar e eu não podia fazer nada a não ser esperar que eles se resolvessem e não matassem minha mãe.

- Se papai não punir a criminosa isso não será mais segredo. – Ameaçou Kendall. O Rei pareceu estar realmente de mãos atadas.... Não é possível, minha mãe não iria morrer por causa de um adultério contra alguém que já nem existia mais.

- Papai, o senhor não vai ceder à essas ameaças ridículas não é? Mamãe já morreu, deixe que ele conte o que quiser, não vai influenciar no seu governo! – Disse Helena enquanto eu estava me revirando em náuseas.

- Não é tão simples assim Helena!.... – Disse o Rei que falou mais algumas coisas porém, senti meu corpo tremulo e não ouvi mais nada. Vi quando Helena me segurou chamando guardas me levarem até a enfermaria. Apaguei.

 
 
 
 
 
[...]

 
 
 
 
 
 
 
Acordei de supetão.

- Onde está minha mãe, Helena? – Disse me levantando e um pouco zonza.

- Calma Ash, você ficou desmaiada por duas horas... Ela está bem. – Disse Helena.

- Mas... o que seu pai decidiu? O que vão fazer com ela.... Me diga Helena antes que eu tenha um infarto agora mesmo!

 

 

 

 
CRÉDITOS: ROBERTA LOPES (eu)




Espero que tenham gostado...


Beijinhus.....

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